A iniciativa da I Festa do GASP nos
rendeu alegrias, amigos, histórias, emoções, realizações e outros
olhos para ver o mundo.
Vieram outras festas, outras
visitas, outras vontades, outras verdades.
Mais que a contribuição que pudemos
prestar a entidades carentes, foi o que pudemos ganhar. Eu agora
falo por mim e sobre o que significou em minha vida criar o
GASP.
Nossos trabalhos foram poucos e
modestos, mas me permitiram enxergar as pessoas com um olhar mais
profundo. Permitiram que eu mesma me enxergasse com mais verdade e
desvendasse algumas inverdades também.
Encontrar esses amigos queridos me
deu a dimensão exata do que eu queria atrair para mim e tantos
outros : a Claudia , o Anderson,
a Magali, o Tadao, a
Bia... Puxa vida, que saudades deles
!
O necessário é olhar além de si
mesmo, o possível é enxergar o olhar que te pede, que te entrega,
que se entrega, e o impossível ?
O impossível é uma palavra tão enigmática quanto distante. O que pude aprender com o GASP eu procuro trazer para todas as minhas vivências. Entendi que "semelhante" é uma palavra muito poderosa e que tudo o que vemos e até o que
desprezamos contém um pouco de
nós.
Olhe esses rostos. Não é possível
que você não encontre nada de seu neles.
Neste dia, quando saímos
do Orfanato São Judas Tadeu, que tristeza em não poder trazê-los
imediatamente comigo.
Hoje, toda vez que olho para esta
foto, ainda que eu não saiba qual foi o destino que tomaram, eu sei
que ao contrário do que pensava, eles vieram comigo e nunca mais se
separaram de mim...
Aprendi que dividir é igual multiplicar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário